Postado em May 14th, 2012 na categoria Home |
Postado em August 19th, 2011 na categoria Home |
Esse é um questionamento cada vez menos incomum dos outros profissionais quando um fisioterapeuta adentra a uma sala de emergência.
Isso porque, no decorrer dos últimos 10 anos a inserção do fisioterapeuta nas unidades de emergência e urgência vem crescendo, ainda que de maneira modesta, mas ganhando um espaço que tende a crescer cada vez mais.
O mais importante no atendimento de um paciente que chega à emergência é a anamnese; sendo cada profissional, sendo ele enfermeiro, médico e fisioterapeuta, treinado a buscar dentro da sua área de conhecimento, os principais fatores que podem através de uma acurada análise diminuir os impactos do fator que propiciou a vinda do paciente ao serviço de emergência através da avaliação rápida e tratamento adequado.
Um exemplo seria um paciente que dá entrada ao serviço de emergência com crise convulsiva, o médico irá avaliar o quadro e prescrever a medicação necessária, o enfermeiro orienta sua equipe a procurar e realizar um acesso venoso e administração das medicações e o fisioterapeuta pode posicionar o paciente para prevenir a broncoaspiração, avalia a saturação periférica, verifica a necessidade de oxigênioterapia, caso haja necessidade escolhe a melhor maneira de ofertá-lo. Lembrando que essa é a primeira avaliação e atendimento, em um próximo momento haverá uma reavaliação e uma nova estratégia de tratamento da causa de toda a equipe novamente.
O processo de reavaliação-tratamento é dinâmico, essa característica é o que diferencia e muito o atendimento no serviço de emergência. Desconhecimento da causa e trabalhar sem o auxilio de exames em um primeiro momento, faz com que o profissional fisioterapeuta se torne um excelente avaliador de sinais e sintomas. É bastante comum na área ouvirmos: “Parece que esse paciente vai parar” ou simplesmente olhar um paciente que entra pela porta a dentro e apenas de olhar podermos falar “Esse paciente está parado”.
O mais importante do atendimento do fisioterapeuta na sala de emergência é tentar amenizar o quadro crítico e intensificar o atendimento fisioterapêutico já na sala de choque. Por exemplo, um paciente em LPA não deve aguardar estar em um setor de terapia intensiva para iniciar uma ventilação mecânica com estratégia protetora, ou um paciente séptico que evolua para SDRA deve iniciar o recrutamento alveolar já na sala de choque.
Essa é uma realidade dos hospitais públicos do Brasil, a necessidade de leitos de UTI, por esse motivo, muitos pacientes “evoluem” em piora do quadro ainda no serviço de emergência. Além disso, nos serviços privados existe com grande freqüência a necessidade do fisioterapeuta, que se desloca de outro setor, para a realização do atendimento de emergência no Pronto-socorro. Enquanto isso ocorrer o paciente estará privado de um verdadeiro atendimento fisioterapeutico, pois o mesmo requer avaliação, estratégia de tratamento e o tratamento em si.
Temos muito a contribuir na sala de emergência e urgência, basta nós mesmos nos prepararmos para isso, através da busca do conhecimento das particularidades dessa apaixonante área e reconhecermos em nós mesmos a capacidade de agregar nosso trabalho ao dos outros profissionais.
Profa. Ms. Viviani Lara
Postado em August 18th, 2011 na categoria Eventos, Home |
Prezados colegas, é com prazer que comunico que o excelente trabalho de todas as comissões organizadoras do XIX Congresso Brasileiro de Fisioterapia, AFB 2011 Florianópolis, estão surtido resultados espetaculares. Vários palestrantes de renome nacional e internacional já confirmaram sua presença (navegue em nosso website para conhecer a programação científica e os palestrantes) e recebemos aproximadamente 1600 trabalhos científicos. Os stands para os expositores já estão esgotados. Além disso, alunos e professores de cursos de fisioterapia de inúmeras universidades do Brasil estão mobilizados para divulgar e participar do congresso. A programação social está super atrativa, além da festa de abertura do congresso que está confirmada no majestoso Floripa Music Hall. Vale lembrar que esse Congresso será realizado em um dos maiores centro de eventos do Sul do país contando com uma área total de 15.000 m2, totalmente climatizado com vista para o mar. Os participantes poderão contar com palestras proferidas simultaneamente em 6 grandes auditórios, além de 4 salas com mini cursos e 2 salas de apoio. O local também contará com uma área de 540m2 para os expositores, que trarão as últimas inovações de produtos na área de Fisioterapia. Todo o espaço do Centro Sul destinado ao Congresso chega a abrigar 6000 pessoas.
O Congresso ocorrerá nos dias 9 e 12 de outubro onde estarão com especialistas nacionais e internacionais para compartilhar conhecimento e experiências de todas a áreas da fisioterapia inclusive Emergência e urgência.
Postado em August 18th, 2011 na categoria Eventos, Home |
Congresso Brasileiro com total isenção de indústrias e empresas, no que se refere ao conteúdo científico (escolha de temas e de palestrantes).
O estudante ou médico poderá realizar o congresso de forma presencial (em São Paulo) ou assistir ao evento pela internet, em qualquer lugar do Brasil e do mundo (ao vivo e em tempo real).
Evento representativo, plural e de alto nível acadêmico. A composição científica do congresso é formado por médicos e docentes de instituições públicas, universitárias e privadas.
Postado em August 18th, 2011 na categoria Home |
A medicina de emergência é uma especialidade fundamental, que visa o diagnóstico, o tratamento inicial e a prevenção de complicações de diversas doenças e injúrias que afetem qualquer órgão ou tecido. Neste cenário, torna-se evidente a importância de uma equipe multidisciplinar altamente qualificada. Usualmente, essa equipe é composta por médico, enfermeiro, auxiliares e técnicos de enfermagem. Porém, devido aos avanços científicos e tecnológicos, um outro profissional passou a ganhar espaço nesse setor – o fisioterapeuta.
Já é consenso a importância do tratamento fisioterapêutico em injúrias que afetem o sistema respiratório, resultando em redução dos volumes e capacidades pulmonares, alteração da impedância do sistema respiratório e alterações na relação ventilação-perfusão. O fisioterapeuta é o profissional com ampla habilidade em utilizar técnicas que promovam higiene brônquica, melhora da expansibilidade pulmonar e redução do trabalho respiratório.
Dessa maneira, o fisioterapeuta vem ganhando espaço de forma crescente nos serviços de emergência. Quem opta por trabalhar nesse setor deve ter características peculiares aos outros profissionais que atuam no local. Dentre essas, é possível destacar:
- Conhecimento da anatomia e fisiologia, especialmente do sistema cardiorrespiratório;
- Conhecimento da fisiopatologia das principais doenças atendidas nos setores de emergência, bem como do tratamento inicial das mesmas;
- Conhecimento dos procedimentos realizados em parada cardiorrespiratória e das diretrizes atuais para seu atendimento;
- Habilidade na execução das técnicas fisioterapêuticas;
- Habilidade no manejo dos diversos equipamentos respiratórios, como por exemplo, interfaces e aparelhos para suporte ventilatório não invasivo;
- Rapidez na tomada de decisões e segurança quanto aos procedimentos realizados;
- Habilidade em trabalhar em equipe;
- Calma, fator essencial para a tomada das decisões corretas.
Profissionais com esse perfil podem contribuir para um melhor atendimento a casos emergenciais, ajudando a definir o melhor prognóstico ao paciente.
Ft. Renata Henn Moura
Postado em August 18th, 2011 na categoria Eventos, Home |
O NeuroTraumaBrasil o convida a participar de mais um evento de formação e sedimentação em conceitos básicos e avançados em neurotraumatologia e neuromonitoração: Curso NeuroTraumaBrasil de Imersão nos Fudamentos Básicos e Avançados em Neurotraumatologia e Neuromonitoração e Curso NeuroTraumaBrasil – Berkeley de Imersão Prática na Condução e Neuromonitoração Avançada de Pacientes Neurocríticos.
Postado em August 18th, 2011 na categoria Home |
A história da Fisioterapia em Emergência tem início no ano 2000 no Hospital Geral do Grajaú que fica no extremo sul da cidade de São Paulo.
Nesta época este hospital era administrado pela Universidade de Santo Amaro – UNISA e através do convite do então chefe do PSA Dr. Gilvano Amorim a fisioterapeuta e professora Dra. Rosana Possetti foi convidada a participar deste audacioso projeto. Para tanto a mesma ao comunicar o então diretor da faculdade de Fisioterapia – UNISA, Prof. Sérgio Mingrone que durante toda a sua carreira de Fisioterapeuta sempre esteve envolvido diretamente com os avanços humanos e tecnológicos que envolviam e envolvem os fisioterapeutas, constatou que essa seria uma possível nova área de atuação do Fisioterapeuta.
Sendo assim, a Profa. Rosana Possetti juntamente com o Prof. Sérgio Mingrone convidaram dois alunos da primeira turma de fisioterapia que então se encontravam no 5ªano da graduação para desenvolverem seu trabalho de conclusão de curso com o título “Implantação do Serviço de Fisioterapia no Hospital Geral do Grajaú”, seus nomes são: João Puerro Neto e Viviani Lara.
Durante todo este ano ficávamos de plantão observando e atuando nas urgências e emergências que procuravam o nosso serviço. Constatamos os principais distúrbios que acometiam nossa população e a atuação direta e importância do atendimento fisioterapêutico neste local.
Em meados de 2001 com a saída da Dra. Maria Aparecida, fui convidada pelo Prof. Sérgio Mingrone a integrar a equipe de Fisioterapia da UNISA-HGG, sendo desde então a responsável pela fisioterapia do PSA.
Estou desde então responsável pelo estágio de fisioterapia em emergência e urgência do HGG, para os alunos da graduação e pós-graduação da UNISA, além de comandar a equipe de fisioterapeutas que atuam durante 24h neste setor.
Muito temos acrescentado ao atendimento e tratamento de nossos pacientes, sempre lembrando daqueles que nos propiciaram a OPORTUNIDADE de fazer algo diferente e que seria no decorrer desses 9 anos indispensável em nossas vidas e de nossos pacientes.
A nossa equipe consta de: médicos, residentes, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, psicólogo, fonaudiólogo, técnicos, alunos e fisioterapeutas, dispostos a aprender uns com os outros fazer deste serviço o melhor possível a nossa população. Inegável é a atenção dada pela diretoria deste hospital à este setor com tantas dificuldades e através de todo esse esforço conjunto, conseguimos as soluções necessárias, para um atendimento digno e com qualidade.
Profa. Ms. Viviani Lara
Postado em August 18th, 2011 na categoria Home |
A medicina de emergência é a área dedicada à prevenção, diagnóstico e tratamento de fatores agudos de doenças diversas; a fisioterapia em emergência é uma área em ascendência, porém ainda pouco explorada.
Fazemos parte de uma equipe e o entendimento disso faz toda a diferença. A fisioterapia em emergência veio agregar e não dividir ou subtrair algo dos outros profissionais. Então, o que realmente faz o fisioterapeuta emergencista? Retórica: o que não pode fazer o fisioterapeuta que atua na emergência? Respeitar os limites de atuação e a hierarquia são determinantes em qualquer área e com a fisioterapia de emergência isso não é diferente.
O site www.fisioterapiaemergencia.com.br visa acima de tudo divulgar esse novíssimo mundo da emergência, além de estimular o conhecimento científico e elucidar dúvidas dos nossos visitantes…
Congresso de Fisioterapia do Grupo de Estudos em Pneumologia